Casaco de 1974 renasce das cinzas

Fiz este casaco em 1974, copiado de uma revista alema da qual nao recordo o nome.Ontem reapareceu, durante as escavacoes arqueologicas que fiz no sotao, e hoje ja tem nova dona !

Eu hoje fui arrumar a arca

Bem, ja que tinha começado...continuei.
Encontrei mais este gorro ou carapuço como dantes se dizia, que fiz o inverno passado para a Miss V. Ja nao lhe serve, mas como hoje veio passar a tarde com a avo, serviu de modelo embora contrariada.



Eu hoje fui arrumar o bau

Uma publicaçao do Victor Redondo no FB sobre o trabalho escravo e as grandes marcas, mais os comentarios da Adela Segui fizeram-me ir ao bau procurar trabalhos esquecidos. Eh assim mesmo, as ideias sao como as cerejas, mesmo fora da epoca delas !
Encontrei um fatinho que fiz para o Meu Filho Mais Velho, e desse posso afirmar sem duvidas que foi feito para ele, tem legenda ;).
Encontrei tambem um casaquinho que lhe fiz quando recem-nascido. E nao eh que verifico que lhe tirei os botoes! nao me lembrava que naquela epoca ja era tao forreta.
Gostei de os rever e atraves deles rever aquela epoca.
Vou procurar mais.





Casaco em lã, com torcidos


Fiz este casaco em 1974, nos intervalos das aulas
Usei-o  no dia de Inverno em que um petroleiro encalhou e explodiu em frente ao Castelo do Queijo.
Era bem quentinho 

gorros para o tio e sobrinha

O tio pediu um gorro , igual a um que tinha visto na Zara. A sobrinha experimentou e gostou.
Resolvi fazer outro, mais feminino, com um berloque na ponta.















Pano de tabuleiro em linho

Paninho de tabuleiro em linho, crochet e bordadito




Panos de tabuleiro

Houve uma época em que tinha a mania de pôr panos nos tabuleiros
E a mania era tão grande que fazia panos à medida dos tabuleiros.
Este foi feito para um tabuleiro que trouxe de Itália, em madeira pintada, ainda mais piroso do que o próprio pano.
Cortei um círculo de 30 cm em linho, fiz um biquinho de crochet à volta e um bordado ingénuo , para não dizer pior ( também não sei bordar melhor...)

Já não o uso, mas não consigo desfazer-me dele!

Panos de crochet

Quando era miúda, isto é, até os 21 anos, altura em que arranjei um part-time na faculdade, não tinha cheta para comprar prendas.
Então fazia uns trabalhinhos com as linhas de crochet que havia lá por casa.
Estes panos, em linha 60, fi-los para dar à minha mãe e recebi-os de volta depois da sua morte.
Uso-os para pôr nos pratinhos do pão, ou como base para copos.
Têm cerca de 12cm de diâmetro.



pano de restos de rendas de bruxelas

A D. Aninhas fazia roupa interior em cetim de seda natural para a Casa Rocha, adornada com recortes de rendas de Bruxelas e valencianas.Eu herdei algumas sacas de restos dessas rendas, que durante alguns anos ficaram a descansar na despensa.Isto nos anos 60.
Há alguns anos encontrei-as e resolvi fazer uns panos em patchwork.
Fiz um grande, que não sei onde anda metido, e este que hoje encontrei no fundo de uma gaveta.
Tentei imitar o delicado trabalho que via as bordadeiras fazer, na casa da Rua de Stª Catarina onde a D. Aninhas vivia, e onde a minha mãe me levava para passarem tardes a falar dos filhos, das receitas de biscoitos e dos trabalhos manuais.
Este tem cerca de 40 por 40 cm.


Cortei os vários restos em formas mais ou menos regulares, tanto quanto o tamanho do farrapo o permitia, e uni-os em ponto de luva.