Este foi feito para um tabuleiro que trouxe de Itália, em madeira pintada, ainda mais piroso do que o próprio pano.
Já não o uso, mas não consigo desfazer-me dele!
Em criança ouvi a história de Penélope. Estranhei que em época tão, mas tão remota as mulheres fizessem tricot, e achei o tricot ainda mais anacrónico.Tempo passa, opiniões mudam. A ideia da Penélope no faz/desfaz voltava à ideia: recusou todos os pretendentes? contou-nos tudo? pelo Ulisses ou porque valiam menos que umas malhas caídas?E assim me viciei no tricot.Tal Penélope. Para não fazer outra coisa, parecer útil, estar com outras furiosas das agulhas, rejuvenescer e tornar-me bloggista!
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